Categoria Drogas

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Nova Droga Sintética Populariza Entre Jovens

Pesquisadores da Unicamp identificaram novas drogas sintéticas que põe em risco a vida dos jovens, em uma semana 6 pessoas foram internadas entre elas um morreu.

Em campinas 6 jovens deram entrada em hospital com sintomas distintos porem com a característica comum, suspeita por intoxicação por drogas. Ler mais

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Anfetaminas

As anfetaminas são drogas estimulantes, que provocam o aumento da atividade cerebral, apresentando efeitos inibidores da fadiga, ou seja, a pessoa anda mais, corre mais, não tem necessidade de sono, fala mais, come em menor quantidade, etc. Os efeitos agudos são euforia, aumento da vigilância e da atividade motora, melhora do desempenho atlético, taquicardia, dilatação das pupilas, aumento da pressão arterial e da temperatura do corpo, o que pode levar a convulsões.

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Alcoolismo

O álcool é uma das poucas drogas que têm o consentimento da sociedade para a sua utilização, o que facilita a sua aquisição e o uso indiscriminado em qualquer faixa da população. Só é visto como um problema, quando é utilizado de forma exacerbada. Os efeitos causados pelo álcool incluem duas fases: uma estimulante e outra depressora. Na fase estimulante surgem a euforia, desinibição social e facilidade para falar em público. Os efeitos depressores se traduzem por falta de coordenação motora, sonolência e descontrole. Ler mais

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Maconha

A maconha, nome popular da Cannabis sativa, é uma planta que produz mas de 400 substâncias químicas, entre elas, o THC (tetrahidrocanabidol). Inicialmente, o usuário tem a sensação de maior consciência e desinibição. Ele começa a falar demais, rir sem motivo e ter acessos de euforia. Porém, ele pode perder a noção de espaço (os ambientes parecem maiores ou menores) e a memória recente, além de apresentar um aumento considerável do apetite (“larica”). A maconha costuma afetar consideravelmente os olhos, que ficam vermelhos e injetados. Com o tempo, pode causar conjuntivite, bronquite e dependência. Em excesso, pode produzir efeitos paranoicos e pode ativar episódios esquizofrênicos em pacientes psicóticos. Ler mais

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Cocaína e Crack

A cocaína é uma substância capaz de estimular o sistema nervoso central, causando aceleração do pensamento, inquietação psicomotora, aumento do estado de alerta, inibição do apetite, perda do medo e sensação de poder. No entanto, as sensações agradáveis por ela proporcionada duram curto período de tempo, e após seus efeitos, a pessoa pode ser levada a um estado de depressão, necessitando de outras doses da droga para ter a sensação que está saindo deste estado. Ler mais

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Porque a Cocaína causa tanta Dependência ?

Depois da metanfetamina, a cocaína é a droga que cria a maior dependência psicológica de todas. A cocaína tem o poder de estimular centros chaves de prazer dentro do cérebro do dependente fazendo com que uma euforia extremamente elevada seja causada.

O prazer da cocaína é dissolvido rapidamente, e nesse fim o usuário deixa de sentir o mesmo prazer quando a quantidade é reduzida.

Combinação Mortal de Drogas como Cocaína pode levar a morte

cocaina

A cocaína hoje é mais uma das drogas perigosas  que hoje existe no mundo e é muito conhecida pelo homem. Uma vez que a pessoa comece a usar cocaína foi comprovado de que é quase impossível se livrar dela física e mentalmente. Fisicamente, estimula os receptores-chave (terminações nervosas que sentem as alterações no corpo) do cérebro de que, por sua vez, cria uma euforia à qual os usuários rapidamente desenvolvem tolerância. Apenas o uso de doses muito mais elevadas e mais frequentes podem causar o exatamente efeito.

Pessoas dizem que a cocaína é um empreendimento mais que milionário no mundo todo. Os utilizadores são de todas as idades, ocupações e níveis econômicos, até mesmo crianças tão novas quanto 8 anos de idade.

O uso da cocaína pode levar à morte por insuficiência respiratória, hemorragia cerebral (sangramento no cérebro) ou ataque cardíaco. Filhos do mães que são dependentes por cocaína já nascem sendo dependentes químicos. Pessoas sobrem de defeitos congênitos dentre outros

Apesar dos perigos existente no uso da cocaína, o usuário está sempre em busca do uso constante – provavelmente porque os usuários descobrem ser muito difícil escapar dos primeiros passos na loga e sombria estrada que leva ao vício.

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Opiáceos: O que é essa Droga?

Essas são drogas derivadas do ópio, podendo ser opiáceos naturais (como a morfina e a codeína) ou semi-sintéticos (como a heroína, que é uma substância alterada da morfina). Os opiáceos são drogas sedativas, que induzem o sono, e analgésicas, sendo assim, muito utilizadas para tratamento médico. Porém os opiáceos têm um alto poder de causar dependência, e seu uso indevido leva a efeitos agudos como euforia, intensa sensação de prazer, distanciamento da realidade, chegando a sentimentos de mal-estar, irritabilidade, depressão, miose (contração da pupila), sonolência excessiva, inconsciência, bradicardia, depressão respiratória, convulsões, coma e morte. Ler mais

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LSD: O que é essa Droga?

O LSD, também conhecido como “ácido”, é uma substância sintética, ou seja, produzida em laboratório, capaz de provocar grandes alterações mentais, causando fortes efeitos alucinógenos no indivíduo. As alucinações, em sua maioria, ocorrem na área visual ou auditiva. Estados de intensa euforia podem ser intercalados com sentimentos de medo e tristeza, além da presença de sentimentos persecutórios. Os efeitos agudos do uso do LSD são pupilas dilatadas, aumento da temperatura corporal e da pressão arterial, taquicardia, sudorese, perda de apetite, insônia, boca seca, tremores, alteração na percepção temporo-espacial e corporal, despersonalização, sinestesia (mistura de informações sensoriais, como “ouvir uma cor”, “ver um som”). Já os efeitos crônicos se traduzem por fadiga, tensão, transtornos psiquiátricos se houver predisposição, “flashbacks” (fenômeno de causa desconhecida, mas que leva o usuário a apresentar todos os sintomas psíquicos de uma experiência anterior, mesmo sem ter utilizado a droga novamente), incapacidade de perceber e avaliar situações de risco. O LSD, acrônimo de dietilamida ácido lisérgico, produz grandes alterações no cérebro, atuando diretamente sobre o sistema nervoso e provocando fenômenos psíquicos, como alucinações, delírios e ilusões. É uma substância sintética, produzida em laboratório, que adquiriu popularidade na década de 60, quando não era vista como algo prejudicial à saúde. Ler mais

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Inalantes: O que é essa Droga?

Os inalantes são substâncias aspiradas pelo nariz ou pela boca que podem ser produzidas a partir de diferentes princípios ativos que induzem o organismo a produzir modificações alucinógenas e depressoras. Para a produção dessas substâncias são utilizados solventes juntamente com aerossóis, gasolina, colas, esmaltes, tintas, acetonas, éter, ambientadores, vernizes, fluído de isqueiro, spray para cabelos e muitos outros.

Com o intuito de obter excitação e euforia as pessoas utilizam os inalantes. Esses, também podem gerar efeitos inesperados e indesejáveis de diferentes formas, já que sua composição é bastante variada. Em geral, provocam agressividade, sonolência, confusão, perda do autocontrole, impulsividade, inquietação, perda da coordenação motora, vertigem, distorção do tempo e das cores, fraqueza muscular, tremores, delírios, podendo, em alguns casos, ocorrer paralisia dos nervos cranianos e periféricos, perda de consciência, lesão cardíaca e no fígado, coma, convulsões e outros. Ler mais

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Ecstasy: O que é essa Droga?

É uma substância inicialmente utilizada como moderador de apetite, porém atualmente é extensamente usada por pessoas que frequentam festas e em casas noturnas, e tem a forma de um comprimido. Seus efeitos agudos compreendem intensa hipertermia, podendo ir acima de 40 graus centígrados (o que pode levar a desidratação), taquicardia e elevação da pressão arterial, alucinações, secura da boca, aumento da atividade física transpiração, câimbras ou dores musculares e insônia. Os efeitos causados pelo seu uso a longo prazo são hepatopatias, cardiopatias, emagrecimento, transtornos psiquiátricos e lesão cerebral. Ler mais